Essa ouvi de uma das pessoas mais queridas e inteligentes que conheço. Ela foi convidada para jantar na casa de uma colega de trabalho. Daquelas que fazem a linha descolada, abrem a vida sexual para quem quiser -- e não quiser -- ouvir. Que dá em cima de homens, mulheres e animais de pequeno porte. Enfim, uma mulher que se acha liberada (sic).
Tudo certo, dentro da antecedência social. Topou mais por cordialidade do que por disposição. Ia rever antigos e atuais colegas e, certamente, comer bem. A data ia chegando e ela percebia um certo desconforto da anfitriã sempre que tocava no evento: teria acontecido algum problema? Os dias foram passando e horas antes do combinado, ela recebeu um telefonema. "Queria muito falar com você antes do jantar?", dizia esbaforida a dona da festa do outro lá linha. "Pode falar, por favor, fique à vontade".
"Estou muito sem graça porque te convidei para jantar e me toquei que você é a única solteira. Será que você se incomoda? Vai ficar chateada? " A minha amiga respondeu: "tudo bem, eu posso comer na copa." História real.
Nenhum comentário:
Postar um comentário